Terapia Cognitivo Comportamental


    

Terapia Cognitivo Comportamental

Sistematizada por Judith Beck, trata-se de uma terapia ampla e incansavelmente utilizada por profissionais articulados, pois possibilita tratamento rápido em questões atuais de modo eficiente e eficaz. Pelo uso desta técnica, o cliente desfruta da possibilidade de auto-controle, como o de compulsões, uso de substâncias deletérias e comportamentos inadequados. Também é um ótimo aporte para reestruturar a auto-estima, abordando crenças de desamparo, como: “sou vulnerável”, “carente”, “necessitado”... De desamor: “não sou amado”, “não tenho atrativos”, “me sinto rejeitado”, “abandonado” ou “sozinho”... Ou de desvalor: “sou incapaz”, “incompetente”, “inadequado”, “ineficiente”, “falho”, “fracassado”... Esta técnica terapêutica é muito boa para controlar a ansiedade, síndrome do pânico, fobias, aflições, transtornos mentais e do comportamento. Ambientes - sejam eles, externos ou internos, físicos ou mentais - eliciam conceitos que deflagram em sentimentos e emoções (confortáveis ou desconfortáveis; felizes ou angustiantes) que culminarão em comportamentos. Ou seja, meu comportamento, escolha e sofrimento dependem de meu pensamento e crença em relação a algo. Muitos de nossos sofrimentos são respostas imediatas aos nossos conceitos. Por exemplo: no Alaska, um cônjuge recebe um amigo e possibilita que este desfrute sexualmente de sua parceira como cortesia. Ele não sofre pelo sexo de sua esposa com outro “fora do casamento”; ao contrário, fica realizado por sua cordialidade. Quando ocorre, aqui no Brasil, uma relação sexual extra-conjugal, causa muito sofrimento ao parceiro que não desfrutou da sessão sexual. De onde vem o sofrimento, da ação, do ato sexual ou dos conceitos de cada casal a respeito da atividade sexual? Certamente, o sofrimento se dá a partir do cônjuge “traído”, pois, em geral, ouvimos dizerem: “Sinto como se enfiassem uma faca em meu coração... A pessoa me traiu.... Não me ama.... É falsa... mentirosa... Tudo o que vivemos foi uma mentira... Valho menos que qualquer um.... Devo me separar.....É indigno continuar com este parceiro tão desprezível......” E por aí vai... Com todos estes conceitos deletérios, é impossível não sofrer ou se deprimir. Contudo, a partir da ressignificação e reelaboração dos conceitos (não é tão fácil assim, pois somos muito apegados a eles), desfrutaremos de emoções boas e ações mais produtivas. Nossos conceitos produzem sentimentos, ações e resultados. Outro exemplo: creio que “na noite” só tem gente safada. Então, o sentimento deste indivíduo é de desprezo pelos que se divertem em baladas noturnas e sua ação será a de escolher ficar em casa, sozinho. Por outro lado, outro indivíduo pode ter um conceito diferente como: vou para a noite, conhecer alguém legal para namorar. Assim, se sentirá feliz de ir para a noite; irá procurar uma boa balada; irá e provavelmente conhecerá alguém e, em algum momento, estabelecerá um vínculo estreito com algum parceiro. Nossos conceitos norteiam nossas vidas, gerando resultados. Na terapia-cognitivo comportamental, o profissional fará uma varredura em conceitos destrutivos e o ajudará a substituí-los por conceitos vantajosos. Embarque nessa empreitada e aproveite melhor a oportunidade de seu viver!

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Psicossomaticista, Psicanalista, Terapeuta Cognitivo Comportamental, Acupunturista.

Rua: Marapuama 64 - Alto da Pompeia - 05060-030 - Tel: 11-3835-2003

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